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Obras do Mercado de São Miguel devem ser concluídas antes do prazo previsto

Foto: Bruno Concha

As obras de requalificação do Mercado de São Miguel, na Baixa dos Sapateiros, seguem em ritmo acelerado e deverão ser concluídas em dezembro, antecipando o prazo inicial que era de 12 meses. As intervenções tiveram início em março deste ano. O projeto, elaborado pela Fundação Mário Leal Ferreira, conserva a tradição do centro de compras levando em consideração as necessidades arquitetônicas atuais, como elementos de acessibilidade e paisagismo.

A população deve receber o equipamento totalmente requalificado no final deste ano. O investimento total é de R$ 5,1 milhões e a reforma é conduzida pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), através da Superintendência de Obras Públicas (Sucop).

Equipes técnicas trabalham na montagem de cobertura, alvenaria e revestimentos de argamassa, incluindo serviços de instalações gerais. A obra é realizada em uma área de 4.460 m² – sendo 1.671 m² de espaço construído -, com 28 boxes para comercialização de produtos hortifrutigranjeiros, 31 para itens diversos, nove espaços para oferta de serviços, seis bares/restaurantes, sanitários masculino, feminino e para pessoas com deficiência, elementos de acessibilidade e ambiente para roda de capoeira. O novo mercado também terá estacionamento com vagas para até 30 veículos, além de um santuário dedicado ao culto do santo que empresta o nome ao equipamento.

Em setembro de 2017, um incêndio destruiu o espaço, que precisou ser fechado por conta da deterioração provocada pelas chamas. A obra em andamento contempla a reforma total, especialmente da ala esquerda que ficou completamente danificada. A parte frontal da instalação contará com um recuo para a criação de uma área verde, que será ladeada pelo setor de serviços do equipamento, abrigando vendedores, chaveiros e outros prestadores de serviços tradicionais do Mercado. O estabelecimento seguirá concentrando o comércio de ingredientes para as comidas tradicionais da Bahia, como camarão e azeite de dendê, além de utensílios e ervas indispensáveis à liturgia do candomblé.

Patrimônio – Inaugurado em 1965, o Mercado São Miguel teve seu auge durante as décadas de 1970 e 1980, sendo um dos principais pontos de comercialização de artesanato regional, produtos religiosos e ingredientes para comidas típicas afro-baianas. Atualmente, o mercado, bem como toda a região do Centro Antigo de Salvador, encontra-se tombado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) como Patrimônio da Humanidade.

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